O simulado de emergência é uma das ferramentas mais importantes para avaliar se os procedimentos de segurança realmente funcionam na prática.
Apesar disso, muitas empresas ainda realizam simulados apenas “para cumprir tabela”, o que pode gerar não conformidades graves em auditorias e fiscalizações.
O que caracteriza um simulado válido
Um simulado eficiente vai muito além de simplesmente evacuar a planta.
Ele deve ser planejado, executado e avaliado, considerando os riscos reais do processo produtivo, como incêndios, vazamentos químicos, explosões ou acidentes com vítimas.
O que a legislação exige
A NR 23 e as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros exigem que:
- Os procedimentos de emergência sejam testados;
- A brigada atue conforme suas atribuições;
- Os colaboradores conheçam rotas de fuga e pontos de encontro;
- Haja registro e avaliação do exercício.
Erros mais comuns nos simulados
- Não definir um cenário realista;
- Não envolver a brigada corretamente;
- Falta de comunicação durante a emergência;
- Ausência de relatório técnico pós-simulado;
- Não corrigir falhas identificadas.
Tipos de simulados que podem ser realizados
- Simulado de abandono de área;
- Incêndio em área produtiva ou estoque;
- Vazamento de produto químico;
- Atendimento a múltiplas vítimas;
- Simulado integrado com terceiros.
Benefícios reais para a empresa
Além do atendimento legal, o simulado melhora o tempo de resposta, reduz o pânico, fortalece a brigada e demonstra compromisso com a segurança dos trabalhadores.
Conclusão
O simulado de emergência é uma oportunidade de aprendizado, não apenas uma obrigação legal.
Quando bem executado, ele salva vidas e protege o negócio.
A MVT atua no planejamento, execução e elaboração de relatórios técnicos de simulados de emergência conforme NR 23 e Corpo de Bombeiros.





